terça-feira, outubro 11, 2011

MARKETING DIGITAL - CONCEITOS E MERCADO

Você pode buscar seu cliente de forma rápida, em um clique, mas para isso é necessário saber como fazer. Conhecer estratégias de marketing, conceitos, ferramentas e conhecer um pouco o mundo digital torna-se fundamental.
Abaixo, citamos alguns conceitos:
  • Produto;
  • Preço;
  • Ponto de Venda;
  • Promoção;
  • Pesquisa de Mercado;
  • Público-Alvo;
  • Marketing de Promoção;
  • Privacidade;
  • Nome de Site;
  • Troca de Links;
  • Utilização de banners;
  • Marketing Viral;
  • Buscadores.

Cada vez mais o mercado de trabalho busca profissionais capacitados, e a alta procura por essas pessoas, no entanto, não tem sido atendida. Sobram oportunidades e faltam profissionais para um setor que recebe cada vez mais investimentos de Marketing.
“Seja lá qual for a área de atuação do profissional, ele deve conhecer muito de Marketing Digital, porque todos os canais tradicionais estão sendo influenciados pelo processo de digitalização. Não dá para isolar (o Marketing Digital) e achar que é algo paralelo”, explica Max Petrucci, CEO da Garage.
Cabe agora ao profissionais que desejam obter conhecimento se qualificarem para atuar numa área de tamanha abrangência e crescimento, como podemos notar atualmente, pois o mercado é o mundo, que é cada vez mais competitivo.

Fontes de pesquisa para artigo:

quinta-feira, outubro 06, 2011

MARKETING DIGITAL


Quando se fala em marketing digital, nós logo pensamos em propaganda, anúncios, publicidade, vendas, tudo que envolve está área, mas na internet.
Com isso também surgem questões como estas:
Como fazer?
Por que fazer?
Onde fazer?
Como começar?
Abaixo já respondemos algumas:
Para obter de maneira geral técnicas para atuar em sites, buscadores, redes sociais – Orkut, Facebook, Twitter, Blogs e etc. - todas as formas de negócio que o mundo virtual permite, assim sendo, você pode ter uma maior visibilidade de sua marca e ou produto.
O mundo depois da internet abriu possibilidades enormes de negócio, o comércio online é uma delas, grandes empresas hoje tem seus investimentos quase que totalmente voltados para essa nova oportunidade de crescimento, que é infinito.
Quando se trata de conhecimento, faz-se necessário buscá-lo em instituições de confiança, know-how que saibam tratar o assunto de forma séria, objetiva, que seus profissionais sejam atuantes e reconhecidos no mercado e que responda diretamente todos os anseios do mercado.
O instituto 3g, sempre atento as necessidades do mercado, elabora um curso para responder estas questões.
Nosso próximo curso será realizado dia 19 de Novembro de 2011.

Por Stepan Luiz Mekbekian

segunda-feira, agosto 08, 2011

Não Somos Tão Racionais - Parte 1


O Maníaco-Depressivo constrói castelos nas nuvens, o Psicopata mora neles - e o Psiquiatra, é quem cobra o aluguel”. Dr. Alexander Elder.

Sendo seres humanos, fica clara a confusão que cerca nossos sentimentos sobre o risco e suas consequências. Por um lado, buscamos o risco de forma ativa em algumas empreitadas, por vezes sem qualquer recompensa; por outro lado, manifestamos nossa aversão a ele, sempre que forçados a tomar decisões. E essa dualidade do risco que faz dele um desafio para nós.

Quantos somos afetados pelo fator “Psicológico” nas decisões em relação ao Risco?
Avalie o exemplo abaixo e decida entre duas opções: (resultado no final do artigo)

- Numa população de 600 pessoas você aplicaria uma intervenção médica que salvasse 200 pessoas?
- Ou preferiria aplicar uma intervenção médica onde salvasse (um terço) da população e de (dois terços) sem chances de escapar?

As decisões que precisamos tomar são coloridas por nossas visões sobre o risco e sobre a maneira como o percebemos. A compreensão do risco e do modo como ele afeta os tomadores de decisão é um dos pré-requisitos para o sucesso na gestão empresarial, financeiras e comerciais. Por exemplo, indivíduos avessos a riscos exigem uma probabilidade maior do que 50%, e probabilidades maiores refletem maior aversão ao risco.

Para tanto, precisamos avaliar as indicações do quadro de referências abaixo:
AVERSÃO AO RISCO E BUSCA PELO RISCO - As pessoas muitas vezes exibem aversão ao risco em algumas de suas ações, e busca pelo risco em outras.

FONTE - O mecanismo pelo qual a informação é veiculada tem importância, ainda que para um mesmo produto ou serviço. Por exemplo, as pessoas pagam mais por um bem com base na maneira como ele é embalado, ainda que descartem a embalagem assim que a compra foi efetuada. (Somos regidos pela emoção do que a razão).

AVERSÃO A PERDAS - As pessoas parecem sentir mais as perdas do que os ganhos equivalentes. Elas muitas vezes estão dispostas a aceitar uma aposta incerta, com uma perda esperada, do que uma perda garantida de mesmo valor, em uma clara violação dos preceitos básicos da aversão ao risco.

QUADRO DE REFERÊNCIA - As decisões muitas vezes parecem ser afetadas pela maneira como as escolhas são configuradas. Assim, se comprarmos maior quantidade de um produto a um preço de tabela a R$ 2,50 quando ele é vendido com 20% de desconto, e menos quando é vendido a um preço de tabela de R$ 2,00, estamos suscetíveis ao quadro de referência. Uma pessoa pode aceitar a mesma operação anteriormente rejeitada se ela for configurada de maneira diferente.
Os especialistas argumentam que a formulação da pergunta ou proposta interfere na decisão das opções. A aversão a perdas implica a preferência por uma aposta incerta a uma perda certa, desde que a aposta ofereça a possibilidade de perda nula, ainda que o valor esperado da perda possível seja maior do que o da perda certa. Apresenta-se a referência da Contabilidade Mental.
Um estudo publicado pela Psychological Science em 2005 examinou um grupo incomum em seu experimento com 15 pessoas com capacidade de raciocínio e QIs normais, mas que apresentavam lesões em regiões cerebrais que controlam as emoções. E outro grupo de 15 pessoas em iguais condições, mas sem as lesões.

Realizaram uma série de apostas onde a possibilidade era ganhar R$ 2,50 e perder R$ 1,00. Descobriram que a incapacidade de sentir emoções, como medo e ansiedade, tornava os indivíduos com essas lesões mais predispostos a correr riscos com maiores recompensas, ao mesmo tempo que não esboçavam reações alguma após terem ganho ou perdido nas apostas. Por fim, o resultado final foi que o grupo que apresentava as lesões conseguiu aferir 33% mais ganhos que o grupo de pessoas sem as lesões.

Pode ser prudente treinar e condicionar algumas de nossas percepções ou retirá-las. Pois nossas táticas de sobrevivência acumuladas ao longo da evolução da espécie humana minam nossa eficiência como gestores do risco. Além disso, as informações de qualidade disponibilizadas no tempo certo aumentam a eficiência da gestão do risco podem estar equivocadas, porque feedbacks frequentes parecem afetar nossas visões.

Mas, precisamos tomar cuidado ao tentar rotular tais comportamentos como irracionais. Muito do que se observa no comportamento humano parece estar profundamente arraigado em nossas mentes, e não pode ser eliminado com facilidade (se é que pode ser).

Você descobriu a resposta?
- Os resultados esperados em ambas as intervenções são de 200 pessoas salvas e 400 pessoas mortas.

Os especialistas alertam para a influência do Quadro de Referências e aversão pelo risco conforme o caso é apresentado. Sendo assim, precisamos lembrar que Não Somos Tão Racionais quanto pensamos ser!

Marcos Castañón Tibiriçá
É Instrutor responsável pelo curso “Gestão Estratégica do Risco” pelo Instituto 3G. Administrador de Empresas, especialista em gestão empresarial e profissional do setor de informações comerciais com 19 anos de experiência em empresas nacionais e multinacional. Atuou por 06 anos como Instrutor do SENAC em projetos de “Educação Continuada” e consultorias para empresas do sudeste e nordeste brasileiro. Atualmente, é responsável pela gestão de Alianças & Parcerias, onde coordena o desenvolvimento de Grupos Empresariais voltados para o compartilhamento de informações comerciais da Boa Vista Serviços - Administradora da Marca SCPC.

terça-feira, maio 10, 2011

Os Mandamentos do Progresso (Abraham Lincoln)



01. Não criarás a prosperidade se não estimulares a poupança.
02. Não fortalecerá os fracos se enfraqueceres os fortes.
03. Não ajudará os assalariados se arruinares aquele que os pagam.
04. Não estimularás a fraternidade humana se alimentares o ódio de classes.
05. Não ajudarás os pobres se eliminares os ricos.
06. Não poderá criar estabilidade permanente baseado em dinheiro emprestado.
07. Não evitarás dificuldades se gastares mais do que ganha.
08. Não fortalecerás a dignidade humana se subtraíres ao homem a iniciativa e a liberdade. 
09. Não poderás ajudar aos homens de maneira permanente se fizeres por eles 10. aquilo que eles podem e devem fazer por si próprios.

Porque Muitas Empresas Fracassam na Gestão do Risco?

O sentimento de posse nato no Ser Humano nos impede que desfaçamos de objetos e bens que em nossa mente exerce uma forte ligação de sentimentos.

Pare e Pense:
- Por que é tão difícil se desvencilhar de roupas que estão entupindo nossos armários?
- Por que não conseguimos nos defazer de Sapatos que não usamos mais?
- E pior, por que compramos mais sapatos, sendo que alguns foram usados somente uma vez?

Os psicólogos chamam tão comportamento de “Endowment Effect” - Efeito Apropriação.

Ou seja, no recanto reservado onde tomamos nossas decisões, desenvolvemos determinada idéia e formamos uma ligação emoncional com a posição. A posição assume significado como “Extensão pessoal do Eu” – quase como se fosse um filho. Para muitos, no momento da decisão ao realizar uma operação comercial ou financeira, o julgamento crítico cede espaço ao desejo de estar certo ou a esperança de recuperar-se de outra decisão mal fadada.

Sonhar no mercado é um luxo a que ninguém se pode permitir. Se suas operações de mercado se basearem em emoções, é melhor dar dinheiro ao Psicoterapeuta. O comportamento irracional se agrava quando as pessoas se sentem sob pressão. Podemos tirar algumas conclusões dos motivos pelos quais muitas Empresas, persistem em manter suas posições em relação as operações com clientes que lhes inflingem resultados negativos.

O comportamento como um apostador de corrida de cavalos, agravam a situação de muitas organizações que depositam sua “esperança” em recuperar suas perdas nos azarrões. Ao analisar os registros destas negociações, constata-se que os grandes danos em seu capital foram provocados por umas poucas grandes perdas ou por uma longa sucessão de perdas, na tentativas de sair do buraco por meio de novas operações.

Empresas que fracassam na Gestão do Risco buscam “certeza” e aferram-se à esperança e irracionalmente evitam aceitar pequenas perdas. Muitas não compreendem o conceito básico e fundamental da rentabilidade. Outras apresentam o analfabetismo Numérico – não conhecer as noções básicas de gestão de caixa, definições de margens para lucros e perdas – é uma deficiência intelectual fatal no mercado.

Existe também a expectativa matemática, um importante conceito para os gestores e analistas. Ela é denominada como expectativa (positiva) ou expectativa (negativa) quando a vantagem está do lado contrário ao seu.  O “Gestor e Analista” bem-sucedido concentra-se na execução de boas operações: Estudando o mercado, analisando oportunidades, aguçando suas habilidades na Gestão do Capital.

Marcos Castañón Tibiriçá